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Cinema

Cinema (do grego: κίνημα - kinema "movimento") significa a técnica e a arte de fixar e de reproduzir imagens que suscitam impressão de movimento, tal como significa a indústria que produz estas imagens. As obras cinematográficas (mais conhecidas como filmes) são produzidas através da gravação de imagens do mundo com câmeras (câmaras) adequadas, ou pela sua criação utilizando técnicas de animação ou efeitos visuais específicos.
Os filmes são assim constituídos por uma série de imagens impressas em determinado suporte, alinhadas em sequência, chamadas fotogramas. Quando essas imagens são projetadas de forma rápida e sucessiva, o espectador tem a ilusão de observar movimento. A cintilação entre os fotogramas não é apercebida devido a um efeito conhecido como persistência da visão: o olho humano retém uma imagem durante uma fração de segundo após a sua fonte ter saído do campo da visão. O espectador tem assim a ilusão de movimento, devido a um efeito psicológico chamado movimento beta.
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Mídia

Grande mídia é uma expressão usada para designar os principais veículos de um determinado sistema de comunicação social, considerando os setores tradicionais - emissoras de rádio e TV, jornais e revistas. O termo não tem uma origem historicamente delimitada mas pode estar ligado à literatura acadêmica produzida pela escola da teoria crítica da comunicação e a conceitos como indústria cultural e comunicação de massa, surgidos ao longo do século XX.
É empregada geralmente com conotação pejorativa por esquerdistas radicais, servindo para traduzir uma alegada má influência política e cultural exercida por estas empresas de comunicação sobre a sociedade tanto em nível nacional quanto regional. A esta expressão contrapõem-se "media alternativa" e/ou "imprensa nanica", surgidas no Brasil nos anos 70.
Globalmente, a grande mídia é representada pelos sete principais conglomerados transnacionais da indústria da informação e do entretenimento: AOL-Time Warner, Viacom, Sony, News Corporation, Disney, Vivendi Universal, Globo, Associados e Bertelsmann.
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Sociedade

Em sociologia, uma sociedade (do latim: societas, que significa "associação amistosa com outros") é o conjunto de pessoas que compartilham propósitos, gostos, preocupações e costumes, e que interagem entre si constituindo uma comunidade. A sociedade é objeto de estudo comum entre as ciências sociais, especialmente a sociologia, a história, a antropologia e a geografia. É um grupo de indivíduos que formam um sistema semi-aberto, no qual a maior parte das interações é feita com outros indivíduos pertencentes ao mesmo grupo. Uma sociedade é uma rede de relacionamentos entre pessoas. Uma sociedade é uma comunidade interdependente. O significado geral de sociedade refere-se simplesmente a um grupo de pessoas vivendo juntas numa comunidade organizada.
A sociedade pode ser vista como um grupo de pessoas com semelhanças étnicas, culturais, políticas e/ou religiosas ou mesmo pessoas com um objetivo comum. Uma delimitação física (como um território, um país ou um continente) não pode definir uma sociedade, já que entre eles podem ter diferenças que podem se afastar do conceito da sociedade.
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Religião

Religião (do latim religare, significando religação com o divino [1]) é um conjunto de sistemas culturais e de crenças, além de visões de mundo, que estabelece os símbolos que relacionam a humanidade com a espiritualidade e seu próprios valores morais.[2] Muitas religiões têm narrativas, símbolos, tradições e histórias sagradas que se destinam a dar sentido à vida ou explicar a sua origem e do universo. As religiões tendem a derivar a moralidade, a ética, as leis religiosas ou um estilo de vida preferido de suas ideias sobre o cosmos e a natureza humana.
A palavra religião é muitas vezes usada como sinônimo de fé ou sistema de crença, mas a religião difere da crença privada na medida em que tem um aspecto público. A maioria das religiões têm comportamentos organizados, incluindo hierarquias clericais, uma definição do que constitui a adesão ou filiação, congregações de leigos, reuniões regulares ou serviços para fins de veneração ou adoração de uma divindade ou para a oração, lugares (naturais ou arquitetônicos) e/ou escrituras sagradas para seus praticantes. A prática de uma religião pode também incluir sermões, comemoração das atividades de um deus ou deuses, sacrifícios, festivais, festas, transe, iniciações, serviços funerários, serviços matrimoniais, meditação, música, arte, dança, ou outros aspectos religiosos da cultura humana.
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Revolução

Revoluções políticas e socioeconômicas foram estudadas em muitas ciências sociais, em especial sociologia, ciência política e história. Entre os principais estudiosos nessa área são: Crane Brinton, Charles Brockett, Farideh Farhi, John Foran, John Mason Hart, Samuel Huntington, Jack Goldstone, Jeff Goodwin, Ted Roberts Gurr, Fred Halliday, Chalmers Johnson, Tim McDaniel, Barrington Moore, Jeffery Paige, Vilfredo Pareto, Terence Ranger, Eugen Rosenstock-Huessy, Theda Skocpol, James Scott, Eric Selbin, Charles Tilly, Ellen Kay Trimbringer, Carlos Vistas, John Walton, Timothy Wickham-Crowley e Eric Wolf.[8]
Jack Goldstone diferencia quatro "gerações" de pesquisa acadêmica que lidam com revoluções.[7] Estudiosos da primeira geração, tais como Gustave Le Bon, Charles A. Ellwood ou Pitirim Sorokin, foram principalmente na sua abordagem descritiva, e suas explicações dos fenômenos das revoluções era normalmente relacionada a psicologia social, tais como teoria de Le Bon para as psicologia das multidões.[3] Teóricos da segunda geração procurou desenvolver detalhada teoria do porquê e quando surgem as revoluções, fundamentada na mais complexas teorias de comportamento social. Eles podem ser divididos em três abordagens principais: o psicológico, sociológico e político.[3]
Os trabalhos de Ted R. Gurr, Ivo K. Feierbrand, Rosalind L. Feierbrand, James A. Geschwender, David C. Schwartz e Denton E. Morrison encaixam-se na primeira categoria. Eles seguiram as teorias de psicologia cognitiva e teoria da frustração-agressão e viu a causa da revolução, no estado de espírito das massas, e enquanto elas variaram em sua abordagem sobre o que exatamente causou o povo à revolta(modernização, recessão ou discriminação), eles concordaram que a principal causa para a revolução foi a frustração generalizada com a situação sócio-política.[3]
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Conceito

Conceito (do latim conceptus, do verbo concipere, que significa "conter completamente", "formar dentro de si") é aquilo que a mente concebe ou entende: uma ideia ou noção, representação geral e abstracta de uma realidade. Pode ser também definido como uma unidade semântica, um símbolo mental ou uma "unidade de conhecimento". Um conceito corresponde geralmente a uma representação numa linguagem ou simbologia. O termo é usado em muitas áreas , na matemática, na filosofia, nas ciências cognitivas, na física, na informática.
Conceitos são universais ao se aplicarem igualmente a todas as coisas em sua extensão. Conceitos são portadores de significado. Um único conceito pode ser expresso em qualquer número de linguagens: o conceito cão pode ser expresso como Hund em alemão, hond em Afrikaans, dog em inglês, perro em castelhano, gos em catalão, hundo em esperanto, txakur na língua basca, chien em francês, can em galego, cane em italiano, canis em latim, inu em japonês etc. O fato de que conceitos são, de uma certa forma, independentes das linguagens torna a tradução possível; palavras em várias línguas "querem dizer" o mesmo porque expressam um e o mesmo conceito.
Conceito é uma frase (juízo) que diz o que a coisa é ou como funciona. O conceito, enquanto o-que-é é a expressão de um predicado comum a todas as coisas da mesma espécie. Chega-se a esses predicados ou atributos comuns por meio da análise de diversas coisas da mesma espécie. O homem é um ser racional. A racionalidade é o predicado comum a todos os homens. Numa linguagem mais iluminista, o Conceito é "um juízo sintético a priori" (Cf. KANT, I. Crítica da Razão Pura. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2001 ). Sendo assim, conceito não é a mesma coisa que definição. Outros autores usam a expressão "definição real" como sinônimo de conceito (cf. MENDONÇA, Nadir Domingues. O uso dos conceitos: uma questão de interdisciplinaridade. Petrópolis: Vozes, 1985).
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Satisfação

Um dos maiores prelúdios para o estudo de satisfação profissional foi os estudos de Hawthorne. Estes estudos (1924-1933), creditado principalmente a Elton Mayo da Harvard Business School, procurou encontrar os efeitos de diferentes condições (sobretudo iluminação) sobre a produtividade dos trabalhadores. Estes estudos mostraram que, em última instância, novas mudanças no trabalho condições temporariamente aumento da produtividade (o chamado Hawthorne Effect). Foi encontrado mais tarde que este aumento resultou, não de as novas condições, mas a partir do conhecimento do ser observado. Este achado fornecido fortes evidências de que as pessoas trabalham para outros fins que não pagam, que preparou o caminho para os pesquisadores a investigar outros factores de satisfação profissional.
O Taylorismo também teve um impacto significativo sobre o estudo de satisfação profissional. O livro de Frederick Winslow Taylor, Princípios de gestão científica, argumentou que não havia uma única melhor maneira de executar qualquer trabalho-tarefa. Este livro contribuiu para uma mudança na produção industrial filosofias, causando uma mudança de trabalhadores qualificados e peças para a mais moderna abordagem de linha de montagem e hora-salário. A utilização inicial de gestão científica de indústrias fortemente o aumento da produtividade, porque os trabalhadores eram obrigados a trabalhar em um ritmo mais rápido. No entanto, os trabalhadores ficaram exaustos e insatisfeitos, deixando assim com novos investigadores para responder a perguntas relativas a satisfação profissional.
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Família

A família representa um grupo social primário que influencia e é influenciado por outras pessoas e instituições. É um grupo de pessoas, ou um número de grupos domésticos ligados por descendência (demonstrada ou estipulada) a partir de um ancestral comum, matrimónio ou adoção. Nesse sentido o termo confunde-se com clã. Dentro de uma família existe sempre algum grau de parentesco. Membros de uma família costumam compartilhar do mesmo sobrenome, herdado dos ascendentes diretos. A família é unida por múltiplos laços capazes de manter os membros moralmente, materialmente e reciprocamente durante uma vida e durante as gerações.
Podemos então, definir família como um conjunto invisível de exigências funcionais que organiza a interação dos membros da mesma, considerando-a, igualmente, como um sistema, que opera através de padrões transacionais. Assim, no interior da família, os indivíduos podem constituir subsistemas, podendo estes ser formados pela geração, sexo, interesse e/ ou função, havendo diferentes níveis de poder, e onde os comportamentos de um membro afetam e influenciam os outros membros. A família como unidade social, enfrenta uma série de tarefas de desenvolvimento, diferindo a nível dos parâmetros culturais, mas possuindo as mesmas raízes universais (MINUCHIN,1990).
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